Bruno, penso que é importante a relacao entre jogador e bola. E quando digo relacao jogador e bola nao me refiro exclusivamente a saber fazer dribles, embaixadinhas ou qualquer outra "firula", como aparece no video. A relacao que acredito ser essencial entre jogador e bola é uma relacao de amizade, de cumplicidade, de respeito, enfim, o jogador deve se sentir à vontade com a bola, assim, esta tambem ficara avontade com ele. Acredito ser importante estimular desde cedo esse "relacionamento", porque a partir do momento em que o jogador passa a ter amor/paixao pela bola, ele passa a jogar futebol com muito mais prazer, e quem faz algo com prazer o faz muito melhor. é isso... E voce, o que pensas, concordar, discorda, acrescenta algo?
Diria mais, diria que é importante que a relação com bola seja tal, que o jogador sinta que ela faz parte dele, que é uma espécie de continuidade do seu corpo.
E, se, a sociedade da maneira que está, não permite a que a criança/jovem ganhe essa relação com a bola num tempo de prática fora do treino, seja na rua com os amigos, na escola, ou em casa... então, temos de ser nós, no treino a tratar desse aspecto.
José,
CCL = Corrida continua ligeira?
Ser proveitoso ou não, depende dos objectivos do treino, do treinador, do contexto.. de tudo. Desde que o treinador seja capaz de argumentar, e explicar o porquê de utilizar CCL, ou exercícios como os que estão no video... quase "qualquer coisa" é válida.
A relação dos jogadores com a bola deve ser potencializada nas idades mais jovens. O grande problema que existe é a frequência e o volume de treinos que existem em muitos clubes, onde treinam duas vezes por semana e muitas das vezes os treinos são apenas de uma hora.
Bruno, como já te tinha dito penso que a existência de oposição no treino é fundamental para o desenvolvimento da tomada de decisão dos atletas, ou seja a relação do atleta com a bola e o adversário e a metodologia da coerver assenta essencialmente na relação do jogador com a bola e com os colegas.
No entanto não sou fundamentalista, como disseste e bem a argumentação do processo de treino, faz do treinador uma pessoa consciente e existem diversos meios de se atingir um fim no treino desportivo.
Este tipo de exercícios poderão ser desenvolvidos em idades mais jovens, principalmente nos aquecimentos em percurso permitindo a aprendizagem de uma série de destrezas, em miúdos que estejam inactivos nos exercícios visto que não é necessário muito espaço para a sua utilização, podem ser usados como recuperação activa, nos últimos minutos da sessão.
Será necessário haver uma grande disponibilidade de bolas para este tipo de treino individual e pode ser um tipo de treino que contribua para a motivação dos atletas.
4 comentários:
Bruno, penso que é importante a relacao entre jogador e bola. E quando digo relacao jogador e bola nao me refiro exclusivamente a saber fazer dribles, embaixadinhas ou qualquer outra "firula", como aparece no video. A relacao que acredito ser essencial entre jogador e bola é uma relacao de amizade, de cumplicidade, de respeito, enfim, o jogador deve se sentir à vontade com a bola, assim, esta tambem ficara avontade com ele. Acredito ser importante estimular desde cedo esse "relacionamento", porque a partir do momento em que o jogador passa a ter amor/paixao pela bola, ele passa a jogar futebol com muito mais prazer, e quem faz algo com prazer o faz muito melhor. é isso... E voce, o que pensas, concordar, discorda, acrescenta algo?
Um abraco!
Eu acho importante, sinceramente.
Nos escalões de formação, porque não numa fase de aquecimento dar-se uma bola para cada jogador para este poder trabalhar a sua técnica individual?
Muitas vezes acaba por ser mais proveitoso do que colocá-los a fazer ccl.
Abraço Bruno.
João,
Diria mais, diria que é importante que a relação com bola seja tal, que o jogador sinta que ela faz parte dele, que é uma espécie de continuidade do seu corpo.
E, se, a sociedade da maneira que está, não permite a que a criança/jovem ganhe essa relação com a bola num tempo de prática fora do treino, seja na rua com os amigos, na escola, ou em casa... então, temos de ser nós, no treino a tratar desse aspecto.
José,
CCL = Corrida continua ligeira?
Ser proveitoso ou não, depende dos objectivos do treino, do treinador, do contexto.. de tudo. Desde que o treinador seja capaz de argumentar, e explicar o porquê de utilizar CCL, ou exercícios como os que estão no video... quase "qualquer coisa" é válida.
Seja na formação, ou no "alto rendimento".
A relação dos jogadores com a bola deve ser potencializada nas idades mais jovens. O grande problema que existe é a frequência e o volume de treinos que existem em muitos clubes, onde treinam duas vezes por semana e muitas das vezes os treinos são apenas de uma hora.
Bruno, como já te tinha dito penso que a existência de oposição no treino é fundamental para o desenvolvimento da tomada de decisão dos atletas, ou seja a relação do atleta com a bola e o adversário e a metodologia da coerver assenta essencialmente na relação do jogador com a bola e com os colegas.
No entanto não sou fundamentalista, como disseste e bem a argumentação do processo de treino, faz do treinador uma pessoa consciente e existem diversos meios de se atingir um fim no treino desportivo.
Este tipo de exercícios poderão ser desenvolvidos em idades mais jovens, principalmente nos aquecimentos em percurso permitindo a aprendizagem de uma série de destrezas, em miúdos que estejam inactivos nos exercícios visto que não é necessário muito espaço para a sua utilização, podem ser usados como recuperação activa, nos últimos minutos da sessão.
Será necessário haver uma grande disponibilidade de bolas para este tipo de treino individual e pode ser um tipo de treino que contribua para a motivação dos atletas.
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